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Código de Conduta Militar

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1 Código de Conduta Militar em Sex Mar 11, 2016 1:38 pm

 Polícia RCC  





Supremacia da Polícia RCC
Corregedoria







Código de Conduta Militar da Polícia RCC


Capitulo I - Generalidades




Artigo 1º - A Instituição Militar Polícia Revolução Contra o Crime tem como objetivo formar cidadãos e jovens de boa índole. Juntamente com o objetivo de verificar se os membros do Habbo Hotel seguem as normas da Habbo Etiqueta.



Artigo 2º - Todos os policiais da Polícia Militar Revolução Contra o Crime devem cumprir todos os Capítulos e Artigos deste Código de Conduta Militar, seja ele Oficial/Praça da ativa ou Oficial reformado.



Artigo 3º - Todos policiais da Polícia Militar Revolução Contra o Crime devem cumprir todos os parágrafos deste Código de Conduta e artigos da Habbo Etiqueta.

Artigo 4º - Independentemente do credo, raça ou cor, todos os policiais militares e civis que acessam o Habbo Hotel devem ser respeitados de acordo com a Habbo Etiqueta.

Artigo 5º - Baseando-se nas normas da Habbo Etiqueta e nas dos países onde os jogadores habitam, é proibido alusão ou apologia ao sexo, e crimes contidos no Código Penal de seu determinado país.

Artigo 6º - Todos os artigos e parágrafos deste documento que se referem à moral e postura são aplicáveis fora e dentro de todos quartos Oficiais da Polícia RCC.


Capitulo II - Ofícios



Artigo 7º - É proibido fazer qualquer tipo de flood ou spam dentro do Habbo Hotel, exceto com a autorização do comandante do batalhão ou dos Comandantes Supremos.

Artigo 8º - Para assumir o compromisso de ser militar é necessário que haja total comprometimento com a Polícia Militar Revolução Contra o Crime e, portanto, é proibido que se pertença à qualquer outro tipo de emprego, seja ele militar ou não.

Artigo 9º - Dentro de qualquer dependência da Polícia Militar Revolução Contra o Crime é obrigatório o uso do grupo (emblema), missão e fardamento, desde que os mesmos estejam de acordo com a sua patente atual. Sendo proibido, portanto, entrar no batalhão sem os três requisitos obrigatórios.

Artigo 10º - Todos os policiais da Polícia Militar Revolução Contra o Crime que tiverem direitos em quaisquer um dos batalhões, seja praça ou oficial, devem permanecer sempre em modo online.


Capitulo III - Perímetro


Artigo 11º - Os Batalhões são os principais quartos da Polícia Revolução Contra o Crime. É liberado o acesso a ele desde que devidamente fardado, com grupo e missão correta. Tendo em vista que deverá também cumprir dentro dos mesmos o artigo 3º e 

Artigo 12º - Em todos os demais quartos oficiais da Polícia Revolução Contra o Crime, o policial militar também deve estar fardado e com os demais procedimentos.

Artigo 13º - A única organização aliada à Polícia Revolução Contra o Crime é a G.O.P.H. Todos os membros dela estão autorizados a entrar nos batalhões e demais quartos oficiais. Ressaltando que os mesmos devem estar devidamente uniformizados e identificados com missão e emblema. O Oficial da Guarda irá definir se seus membros irão ficar na Sala de Estado ou serão levados para o Salão Imperial do Batalhão.

Artigo 14º - Membros de outras polícias ou jornais só podem entrar como convidados com permissão dos Comandantes Supremos.


Capitulo IV - Batalhão

Artigo 19º - O Oficial da Guarda é responsável por todo e qualquer acontecimento dentro do batalhão da Polícia Militar Revolução Contra oCrime. Seu posto se localiza no palanque que fica a frente do tapete amarelo e seu balão de fala deve ser da cor amarela. Seu objetivo é, portanto, determinar funções aos policiais que estiverem presentes e ativos. Mantendo o batalhão em ordem e em perfeito funcionamento. É o autor do comando "Sentido", que deverá ser executado por todo o batalhão - com exceção dos sentidos para inferiores a Comandantes e Chanceler's, que serão realizados com a exclusão da Recepção.
 

Observação: Qualquer policial que tiver direitos no batalhão poderá assumir essa função sem maiores restrições.

Artigo 20º - O Cabo da Guarda é responsável pela recepção e pelos policias que estiverem exercendo sua função nesse local. Seu posto se localiza no palanque, que fica a frente do tapete vermelho. Seu balão de fala deve ser da cor vermelha. Ele deve dar o sentido a todo o Batalhão, seguindo as restrições do artigo anterior. Também é responsável pelo treinamento de sua recepção, que, em casos de recepcionistas com recrutas para atender, deve mantê-los atendendo-os. 


Observação: Para ocupar esse posto, é necessário que o policial ocupe a patente igual ou superior a Sargento, e tenha o Curso de Formação 

de Sargentos devidamente concluído.

Artigo 21º - Todo e qualquer policial presente e ativo no batalhão da Polícia Militar Revolução Contra o Crime que não esteja exercendo nenhuma das funções 
necessários do batalhão, deverá se encontrar na Sala de Estado. Mostrando-se, por sua vez, apto a assumir qualquer função para qual for designado. Costuma ser a maior área da polícia. O policial que estiver presente na Sala de Estado não poderá encontrar-se ausente ou inativo.

Artigo 22º - A Sala de Controle é a área responsável pela entrada de policiais praças, aliados e convidados nas dependências da Polícia Militar Revolução Contra o Crime.

Artigo 23º - Os Operadores deverão atuar na sala de controle, liberando a entrada de recrutas, praças, aliados e convidados.

Operador 1 - O Operador 1 é o responsável por verificar o fardamento, missão e grupo (emblema) favoritado do policial.

Operador 2 - O Operador 2 é o responsável por verificar o perfil do cidadão, averiguando também se há número ou adereço presente na parte traseira da farda. Também deve verificar a cor na fala que o usuário utiliza.

Operador 3 - O Operador 3 é o responsável por conferir se o policial consta no Centro de Recursos Humanos. É também a última triagem que o policial encontrará para adentrar ao batalhão. E, portanto, deve ter total atenção aos mínimos detalhes na hora de liberar a entrada.

Operador 4 - O Operador 4 é o responsável pela entrada de Recrutas que serão encaminhados automaticamente para a área de recrutas, o mesmo deve preocupar-se por tanto em verificar missão, grupo, fardamento, perfil, adereços aleatórios e se o nome do indivíduo consta ou não no Centro de Recursos Humanos nos tópicos de banidos ou demitidos.


Observação: Para ocupar a função de operador, o policial deve ter a patente igual ou superior a Cabo, e concluído o Curso de Formação de Cabos.

Artigo 24º - O Auxiliar Operacional é o responsável por manter os operadores atentos às suas funções e aos comandos que forem dados na base, sendo também o encarregado de substituir um operador caso o mesmo tenha que sair ou ficar ausente.


Observação: Para assumir essa função, o policial deve ter a patente igual ou superior aos policiais que tiverem exercendo as funções de operadores no momento.

Artigo 25º - O Sentinela é o responsável por dar uma pré-instrução aos recrutas enquanto eles estiverem a espera da aula. Deverá, portanto, instrui-los brevemente para que possam fixar melhor tudo o que será dito enquanto estiverem em aula. Também deve abrir a porta de acesso ao 

teleporte, que por sua vez dá acesso ao corredor dos Instrutores, para irem à sala de aula.


Observação: Para ocupar a função de Sentinela, o policial deve ter a patente igual ou superior a Cabo, tendo concluído o Curso de Formação de Cabos.

Artigo 26º - A Sala de Ausência deverá ser usada somente quando o policial deva se ausentar. Caso o policial se encontrar ocupando alguma função do batalhão, deverá pedir autorização para se ausentar. E, caso ele esteja na Sala de Estado, deverá se dirigir sem a necessidade de pedir permissão ao Oficial da Guarda.

Artigo 27º - O Centro de Instrução será utilizado única e exclusivamente para realizar promoções, rebaixamentos ou punições.

Artigo 28º - O Salão Imperial é de uso exclusivo para aqueles que ocupam o posto de Oficial da Polícia Militar Revolução Contra o Crime, tendo exceções para convidados e aliados. Ele também poderá ser utilizado para ausência.

Artigo 29º - A Área de Recrutas é a sala onde os recrutas têm uma pré-instrução, enquanto aguardam um Instrutor para dar sua aula, encontrando-se na companhia de uma Sentinela.

Capitulo VI - Hierarquia


Artigo 30º - A Polícia Revolução C

ontra o Crime possui em sua constituição duas divisões: o Corpo Militar e o Corpo Executivo. Constituídas por 14 patentes e por 25 cargos, respectivamente.

Artigo 31º - Independentemente do Corpo, os policiais devem se respeitar de acordo com as normas vigentes neste Código de Conduta Militar e Habbo Etiqueta.

Artigo 32º - Hierarquia do Corpo Militar da Polícia Revolução 

Contra o Crime:


Corpo de Oficiais:

Comandante-geral
Comandante
Marechal
General
Coronel
Capitão
Tenente

Corpo de Praças:

Aspirante a Oficial
Subtenente
Sargento
Cabo
Soldado
Recruta

Artigo 35º - O Comandante Supremo é a autoridade máxima da Polícia Revolução Contra o Crime.

Artigo 36º - Todos rebaixamentos ou promoções devem ser realizadas de maneira legal e legítima. De maneira que não haja quaisquer tipos de privilégios ao Policial promovido e ao policial promotor.

Artigo 37º - Todas as demissões também devem ser relizadas de maneira legal e legítima. De maneira que  o policial promotor da baixa tenha provas e motivos suficientes para este ato de severa punição. O Policial demitido terá direito de recorrer a um Oficial superior a 

patente do Policial promotor, caso tenha razão, ou em casos extremos à Corregedoria da Polícia Revolução Contra o Crime.

Artigo 38º - Estão aptos para promover, rebaixar ou demitir membros do Corpo Militar quaisquer policiais que sejam superiores ao policial que sofrerá as ações. Ressaltando que as mesmas deverão estar de acordo com os regimentos deste Código de Conduta Militar.



Comandante-geral promove/rebaixa/demite até Comandante.
Comandante promove/rebaixa/demite até Marechal.
Marechal promove/rebaixa/demite até General.
General promove/rebaixa/demite até Coronel.
Coronel promove/rebaixa/demite até Capitão.
Capitão promove/rebaixa/demite até Tenente.
Tenente promove/rebaixa/demite até Aspirante a Oficial.
Aspirante a Oficial promove/rebaixa/demite até Subtenente. 
Subtenente promove/rebaixa/demite até Sargento * Com permissão de um Oficial.

Conduta Militar, onde o policial pode rebaixar/demitir com autonomia.

Artigo 40º - Para que que o Policial realize uma promoção/rebaixamento/demissão, o mesmo deverá possuir bons motivos, baseados na moral e ética do bom policial.

Artigo 41º - As seguintes patentes devem possuir os cursos concluídos para que possam ser promovidos a outro posto:


Promoção para Recrutas: Devem ser feitas únicas e exclusivamente por Instrutores treinados e capacitados em aulas, logo após o Recruta ser aprovado na aula.

Promoção para Cabos: Poderá ser promovido a patente de Sargento o Cabo que possuir o Curso de Formação de Cabos (CFC), disponibilizado pelos Instrutores da Polícia Militar Revolução Contra o Crime.

Promoção para Sargentos: Só poderá ser promovido a patente de Subtenente o Sargento que possuir o Curso de Formação de Sargento (CFS), disponibilizado pelos Treinadores da Polícia Militar Revolução Contra o Crime.





Artigo 42º - Mínimo de dias para promoção do policial militar:


Recruta - Soldado: 0 dia (concluir a aula de instrução);
Soldado - Cabo: 0 dia de serviços prestados;
Cabo - Sargento: 1 dias de serviços prestados;
Sargento - Subtenente: 3 dias de serviços prestados;
Subtenente - Aspirante a Oficial: 5 dias de serviços prestados;
Aspirante a Oficial - Tenente: 5 dias de serviços prestados;
Tenente - Capitão: 5 dias de serviços prestados;
Capitao - Coronel: 5 dias de serviços prestados;
Coronel - General: 10 dias de serviços prestados;
General - Marechal: 10 dias de serviços prestados;
Marechal - Comandante: 10 dias de serviços prestados;
Comandante - Comandante-geral: 10 dias de serviços prestados.

Artigo 43º - O intuito de limitar o número de vagas em patentes é promover a organização militar e aumentar o nível de qualidade e capacitação dos Oficiais. Para tal, segue abaixo as descrições com relação às vagas de cada posto:

Comandante-geral: 05 vagas
Comandante: 05 vagas
Marechal: 08 vagas
General: 12 vagas
Coronel: 15 vagas
Capitão: 15 vagas
Tenente: 20 vagas

Artigo 44º -  Os Oficiais poderão gozar da Política de Licença de Serviço. A mesma serve para que o Oficial possa se ausentar por um período pré-determinado pelo mesmo. Segue abaixo os tempos autorizados:

Os Oficiais têm direito de licenças de 7 dias, podendo ser prorrogada em até 14 dias.
Ou licença de 15 dias, podendo ser prorrogada em até 30 dias, que não poderá ser prorrogada.
Reserva: permitida somente a Comandantes e Comandantes-gerais - e, após tal reserva, o policial deve permanecer um mês sem promoção para pagar seu tempo. Aqueles que entrarem em reserva e ficar por um tempo menor de 30 dias, pagará pelos termos referentes à licença.

Artigo 45º - [A licença é exclusiva para o Corpo de Oficiais CM].  É proibida a ausência por um tempo superior a um de 10 dias sem avisos prévios ao Setor Administrativo. Caso venha a ser ultrapassado estes dias o policial irá ser realocado como Aspirante a Oficial.


Capitulo VII - Companhias


Artigo 49º - Companhia de Instrução: Os instrutores são responsáveis pela formação de policiais da polícia. Sua principal função é aplicar aulas capacitando assim os policiais que ocuparem as patentes de Recruta, Cabo e Subtenente. Segue abaixo a ordem hierárquica da companhia:

- Aprendiz
- Instrutor
- Graduador
- Avaliador
- Ministro
- Vice-Líder
- Líder

Os instrutores utilizam brevê de cor Azul escuro contido em sua boina. Possuem também um sub-fórum onde serão encontrados documentos sobre a companhia, e irão pertencer a esse sub-fórum somente policiais que forem membros do grupo, ou tiverem autorização especial.


Observação: Poderão fazer testes para a Companhia dos Instrutores policiais que tiverem patente igual ou superior a Sargento.  


Artigo 52º - Companhia dos Treinadores: 

Os Treinadores são os responsáveis por aprimorar a parte prática dos policiais em variados aspectos, desde que os mesmos visem sempre uma melhora em prol da polícia. Seus treinamentos são aplicados para todos os policiais todas as terças e quintas-feiras. Também aplicam o Curso de Formação de Sargentos. 
Os treinamentos terão tema de acordo com a necessidade da polícia, podendo priorizar aquilo que eles julguem ser de extrema importância. Segue abaixo a ordem hierárquica da companhia:

- Treinador Nível I
- Treinador Nível II
- Treinador Nível III
- Graduador
- Ministério
- Vice-Líder
- Líder
Os Treinadores utilizam brevê de cor vermelha contido em sua boina, possuem também um sub-fórum onde serão encontradas maiores informações sobre a companhia, 

irão pertencer a esse sub-fórum somente policiais que forem membros do grupo.


Observação: Poderão fazer testes para a Companhia dos Treinadores os policiais que tiverem patente igual ou superior a Sargento. 

 

Artigo 55º - Companhias - Regras Gerais:

Medalhas: As medalhas são entregues de acordo com o cumprimento do seu dever para com o grupo. Cada companhia possui um padrão para conceder medalhas aos policiais que cumprem de forma exemplar a sua função dentro da companhia. O padrão será estipulado pelos órgãos maiores: Supremacia e Dia.

Compromisso e Responsabilidade: Todo policial que entra para uma companhia, automaticamente assume a responsabilidade de exercer suas funções. Deve saber que caso não tenha o compromisso necessário para se manter no grupo, estará sujeito a expulsão e perda de medalhas.

Saídas Precoces: Caso um membro saia de uma companhia sem ter concluído sete dias o mesmo estará sujeito a punições, como por exemplo perda de medalhas podendo ter a sua volta ao grupo vetada permanecente. Ficará a critério do Líder. Tanto quanto, após sete dias de experimentação na companhia, o
policial pode, neste momento, pedir a saída do grupo por desgosto.




 Observação: Cada policial só poderá pertencer a uma única companhia.


Capitulo VIII - Companhias Gerais



Artigo 56º - O Curso de Formação de Oficiais tem por finalidade aprimorar a capacidade de policiais que ocupam a patente de Aspirante a Oficial, visando melhorar aspectos gerais como por exemplo conduta, respeito, compromisso, entre outras coisas. O Aspirante a Oficial só poderá ser promovido a Tenente após ter concluído todas as aulas do Curso de Formação de Oficiais (CFO).

Artigo 57º - O Centro de Recursos Humanos é o responsável pelo Setor Administrativo. Deve apresentar a patente ou posição dos policiais de forma que a mantenham sempre organizada e atualizada. 



Observação: O Centro de Recursos Humanos tem total autonomia para cancelar rebaixamentos e promoções que sejam realizados por motivos fúteis ou inconsistentes, exceto quando o promotor é Corregedor (neste caso só é permitido o cancelamento com autorização da supremacia).


Artigo 58º - A Auditoria Fiscal é um órgão responsável pelos dados da polícia. Consiste em em manter a Polícia Militar Revolução Contra o Crime informada o mais detalhado possível sobre sua atual situação em qualquer segmento que se procurar. 

Artigo 59º - Todos os policiais que estejam de acordo com as exigências necessárias e pertencerem à outra companhia poderão também se juntar às companhias auxiliares.

Capitulo X - Grupos



Artigo 65º - Os grupos essenciais são aqueles que podem ser utilizados dentro dos batalhões e quartos Oficiais da Polícia Revolução Contra o Crime. São de suma importância para a identificação do Policial e autorização de sua entrada em quartos Oficiais.



¥ Polícia RCC ¥
[RCC] Corregedoria
[RCC] Patente
- [RCC] Cabo
- [RCC] Sargento
- [RCC] Subtenente
- [RCC] Aspirante a Oficial
- [RCC] Tenente
- [RCC] Capitão
- [RCC] Coronel
- [RCC] General
- [RCC] Marechal
- [RCC] Comandante
- [RCC] Comandante-geral

Artigo 66º - Os grupos complementares são de utilização para a identificação de demais atividades do Policial. Somente os Grupos Essenciais podem ser favoritados em quartos oficiais da polícia.



[RCC] Corpo de Oficiais. 
[RCC] Cia. de Instrutores 
[RCC] Cia. de Treinadores 

... [Demais Grupos Auxiliares]

Capitulo XI - Corregedoria



Artigo 67º - Órgão essencial de todo regime democrático de direito, a Corregedoria de polícia tem como objetivo corrigir as más ações policiais. É através dela que se faz a justiça no âmbito da corporação e se alcança o judiciário nos crimes praticados pelos seus membros. No comando da corregedoria temos o corregedor de polícia, um policial da corporação escolhido e subordinado ao comandante da polícia militar Revolução Contra o 

Crime. Ele é encarregado de realizar o juízo legal da polícia, ou seja, ser a polícia da polícia, combatendo os excessos, e prezando pela manutenção das leis pela corporação e acima de tudo, conservando a imagem da polícia como uma instituição séria.

Artigo 68º - A Corregedoria da Polícia Revolução Contra o Crime possui 17 membros, sendo dois deles Comandantes Supremos.

Artigo 69º - O Alto Comando Supremo da Polícia Revolução Contra o Crime tem o poder de vetar decisões, sendo que os mesmos concordem em cem por cento.

Artigo 70º - Todos os Corregedores têm um peso de 5,75% nas votações, e os Supremos, 6,875%. Em caso de empate, deverá ser consultado o Alto Comando Supremo ou o Corpo de Oficiais Generais.

Artigo 71º - É essencial para ser um bom corregedor:



Compromisso com a verdade;
Ser ativo;
Ser participativo;
Ser rígido;
Ser imparcial;
Cumprir com excelência suas obrigações como Oficial/Praça.



Capitulo XIII - Sistema de Direitos


Artigo 74º - É proibido o requerimento de direitos. Sob pena de rebaixamento.

Artigo 75º - O uso indevido dos direitos em quaisquer quartos da Polícia Revolução Contra o Crime poderá levar a uma pena de demissão permanente.

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